2006-05-11

Obra

Um lugar de estacionamento, em frente ao sítio onde trabalho. Meia dúzia de paralelos levantados formam um pequena cratera, pouco menos que meio metro quadrado. Nada de grave. Parece que esteve ali desde sempre. Fazia já parte do património.
Uma surpresa pela manhã. Quatro operários (da câmara? da junta? …mas quatro!) chegavam pelas 9 horas para repôr a dignidade ao lugar. Um deles logo se encarregou de segurar o pequeno muro que ali existe. Afinal era só um motorista… Por ali se manteve. As operações eram minuciosas pelo que havia que retemperar forças no tasco mais próximo (não, não me refiro ao banco, nem tão pouco à GNR…). Trabalho cruel; mão de obra insuficiente; muitas opiniões ainda por discutir. Era necessário regressar de tarde.
Enquanto isso, nós, ali ao lado, trabalhávamos. Para nós, e para eles…
…é obra!

14 comentários:

Filipe Silvestre Carneiro disse...

Se pensas que vou responder a esta provocação, estás bem enganado

Projecto_Pensar disse...

São formas de estar ... no tabalho e na vida.

Mas, se calhar faltou o Eng para dizer como é que queria os paralelos ...

É o nosso património ...

Anónimo disse...

Não me digas que esse episódio se passou em Lordelo?
Nem dá para acreditar, uma terra tão evoluida... que até já realiza feiras onde arrotam móveis...

Johan Strummer Netto disse...

Ai inveja, que coisa feia!!!!

Filipe Silvestre Carneiro disse...

Juce: que eu me lembre nunca te pedi nenhum convite para a "capital"...o mesmo já tu não me podes dizer em relação à Rota...
E parece que para esses lados o incomodo é grande só falta mesmo fazer protocolos com a federação de óquei e rugby, na mesma semana da 1ª Mostra de Mobiliário...

Anónimo disse...

Filipe Silvestre Carneiro, se quizeres falar a sério de coisas sérias depois falamos a sério porque eu falo sério coisas sérias e tu falas sério coisas sérias mas neste espaço por vezes não se fala sério coisas sérias por isso sejamos pragmáticamente sérios, logo que possível falamos seriamente a sério estas coisas sérias...

Filipe Silvestre Carneiro disse...

Juce: Quando, como e onde quiser...

Rui Coutinho disse...

enfim, filipe... lembras-te daquela saída do juce quando assistiamos a um filme no arrábida: "no fim ela fica com o cavalo!"?...
pois é, o filme chamava-se teoria da conspiração...

Anónimo disse...

:) :) :)

Anónimo disse...

Filipe:
em relação ao "quando", é logo que possível (aqui facilito as coisas);
em relação ao "como", pode ser arroz de marisco com muralhas da colheita de 85;
relativamente ao "onde quiser"; a escolha recai nos teus novos aposentos;
Já agora reforço o ponto nº 3, que o Seabra sublinha, e bem, em relação ao meu post da Lista F.

Filipe Silvestre Carneiro disse...

Infelizmente não tive oportunidade de o visionar nesse dia com vocês, mas vi-o mais tarde, e pelo que me recordo a Júlia Roberts não ficou com o cavalo e as teorias da conspiração de Mel Gibson tinham fundamento…

Anónimo disse...

Parece que realmente "não há coincidências"! Não é que neste preciso momento, a partir do local de trabalho onde me encontro, EB 2,3 de Frazão, constato que 4 homens contratados pela DREN (Direcção Regional de Educação do Norte) estão à volta de um poste de iluminação para este poder funcionar. Ironia do destino, apenas um subiu pelo escadote como se de uma subida ao Monte Everest se tratasse. Quanto aos restantes, era vê-los apreciar a paisagem bucólica por terras de Ferrara. Já agora, alguém conhece o Lopes da Silva?

Anónimo disse...

Lopes da Silva é primo da cunhada do Manel por parte do primo de 2º grau do afilhado do irmão da Alexandra.

Anónimo disse...

que alexandra?