Um lugar de estacionamento, em frente ao sítio onde trabalho. Meia dúzia de paralelos levantados formam um pequena cratera, pouco menos que meio metro quadrado. Nada de grave. Parece que esteve ali desde sempre. Fazia já parte do património.
Uma surpresa pela manhã. Quatro operários (da câmara? da junta? …mas quatro!) chegavam pelas 9 horas para repôr a dignidade ao lugar. Um deles logo se encarregou de segurar o pequeno muro que ali existe. Afinal era só um motorista… Por ali se manteve. As operações eram minuciosas pelo que havia que retemperar forças no tasco mais próximo (não, não me refiro ao banco, nem tão pouco à GNR…). Trabalho cruel; mão de obra insuficiente; muitas opiniões ainda por discutir. Era necessário regressar de tarde.
Enquanto isso, nós, ali ao lado, trabalhávamos. Para nós, e para eles…
…é obra!
Uma surpresa pela manhã. Quatro operários (da câmara? da junta? …mas quatro!) chegavam pelas 9 horas para repôr a dignidade ao lugar. Um deles logo se encarregou de segurar o pequeno muro que ali existe. Afinal era só um motorista… Por ali se manteve. As operações eram minuciosas pelo que havia que retemperar forças no tasco mais próximo (não, não me refiro ao banco, nem tão pouco à GNR…). Trabalho cruel; mão de obra insuficiente; muitas opiniões ainda por discutir. Era necessário regressar de tarde.
Enquanto isso, nós, ali ao lado, trabalhávamos. Para nós, e para eles…
…é obra!
