2005-12-19

Intervenção e cidadania


Embora ainda de forma provisória e em fase experimental está já online o site http://www.patrium.org/.

A visitar. A conhecer. A comentar. A sugerir. A criticar.

Sexta.Sábado.Domingo.

Foi violento o fim de semana.



...mas decidi não apresentar queixa.

(Reservados os direitos de autor)

2005-12-12

U2, Vertigo'05 live from Chicago (dvd)

"Perdida de vez a liderança musical, é ainda no palco que a maior banda do planeta pode reclamar esse estatuto"
Correctíssimo. A dobrar.

"O público estremece em Chicago mas o espectador de Vertigo 2005 observa a sequência de acontecimentos demasiado à distância, ao contrário do que acontece no dvd anterior, Elevation Tour 2001: Live from Boston, em que os espectadores ao vivo e os de chinelo são colocados em plano de igualdade."
Verdadeiro, também.
Quem esteve em Alvalade percebe a diferença.
Melhor que isso, pode reviver as sensações.

in Blitz, 2005.12.06

Mercado de Inverno

Animal Collective, Feels, 2005
A nova aquisição. A ver no que dá...

dEUS, 2005.12.06

É por estarmos mal habituados. Porque todos os eventos têm de ser um acontecimento. Porque haver uma banda rock a tocar na casa da música (ou no coliseu, ou no hard club, ou noutro sítio qualquer) não é mais uma opção, mas sim "a" oportunidade. Porque 25€ é um valor considerável para se poder assistir a um concerto todas as semanas. Porque, dos poucos que vêm a Lisboa, ainda muito menos vêm ao Porto (e já se ouvem as reclamações deles porque os Bauhaus não vão à capital...) .
Não foi a melhor apresentação que vi dos dEUS (essa foi em Paredes de Coura).
Também não foi a pior performance deles a que assisti (alô sudoeste'97).
Mas foi um bom concerto. As expectativas não podiam ser colocadas muito altas, até porque o percurso dos belgas tem evoluido no sentido descendente, mas posso dizer à boca cheia que não houve outro concerto rock tão bom no Porto nos últimos meses (considerando que as guitarras sigur ros não são para aqui chamadas). E até Fevereiro vamos ter que viver com as memórias deste concerto rock (até porque não haverá outro!).

2005-12-07

The House of Music

Dito assim, com mais pompa, com Shakespeare a dar o mote, talvez o nosso CCB tivesse outra acreditação. Rios do vil metal foram ali cimentados. Também no Estádio de Braga, também no Pavilhão Atlântico, também na Ponte Vasco da Gama, também, e sobretudo, no CCB "deles".
Alturas há (como ontem) em que esquecemos que nos saiu do bolso e nos orgulhamos da nossa vaidade.
.
Nota de rodapé: CCB_Centro Cultural da Boavista.

Fim do embargo

Ele, que tudo odeia das terras do tio Sam, comeu ontem uma americana.

2005-12-04

Donkey

Tem (quase) 3 anos a minha afilhada e como qualquer criança dessa idade tem no Shrek uma referência incontornável. E nós, com uns anitos a mais, somos obrigados a saber tudo sobre o ogre verde, não vão eles questionar-nos e nós ficarmos à toa! Não que isso seja mau, bem pelo contrário! Não fossem eles e, provavelmenete estas e outras preciosas obras de animação passariam "ao lado".
O monstro de bom coração e a sua princesa Fiona não deixam os miudos indiferentes. O irreverente Gato das Botas é o preferido dos mais graudos. Mas o burro... Assim mesmo. Simplesmente "o burro". Será que foi falta de imaginação não ter nome? Será que foi por lapso que não foi baptizado? Penso que não. Ficou à nossa consciência o dever de lhe encontrar apelido. Ficou à nossa mercê. E as hipóteses foram sendo testadas e tentadas. As sugestões vão-se acumulando. 2 nomes vão ganhando peso e a escolha torna-se difícil. Chamamos-lhe Scolari ou Adriaanse?

2005-11-29

Copy | Paste

"Segundo dados agora revelados pelo Instituto Nacional de Estatística, os portugueses casam cada vez mais tarde. Em 1994, os homens casavam-se em média aos 26,7 anos. Em 2004, casam-se em média aos 28, 6. É bom saber que estou à frente do meu tempo: vivo, digamos, em 2024."

in http://www.estadocivil.blogspot.com/

...incompreendidos, é o que somos!

2005-11-27

Lampard "vs" Ronaldinho

Um é arte em estado puro. Outro o exemplo máximo do profissionalismo. Um é magia, é espectáculo, é virtuosismo. Outro é eficácia, é rigor, é regularidade. Um é a extravagância da alta costura. Outro a precisão de um relógio suiço. Um levanta o estádio com um drible. Outro sossega os adeptos com a sua fiabilidade. Um é o artista supremo. Outro o operário de luxo. Tão diferentes e tão iguais. E não podem ganhar os dois?